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SÓ MÚSICA

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Sexta-feira, 27 de Março de 2009

The Zombies

 The Zombies

Biografia

The Zombies (formado em 1961 em St. Albans, Inglaterra) foi uma banda britânica de música pop.
Guiado pelo piano rápido de Rod Argent e a melódica voz de Colin Blunstone, a banda emplacou alguns sucessos no final dos anos 60, como “She’s Not There”, “Tell Her No” e “Time Of The Season”. Embora nunca tenham alcançado o destaque de outros grupos da Invasão Britânica, o Zombies eram os favoritos de críticos musicais por seus complexos arranjos e harmonias vocais. Seu álbum Odessey and Oracle, de 1968, é considerado hoje em dia um dos melhores de sua época.


Formação:

O grupo consistia de Rod Argent (teclado), Paul Atkinson (guitarra), Colin Blunstone (vocal), Hugh Grundy (bateria) e Chris White (baixo).

The Zombies


Discografia:

  • Begin Here (1965)
  • Bunny Lake Is Missing - An Original Soundtrack Recording (1965) (contribuiu com algumas faixas)
  • Odessey and Oracle (1968)
  • New World (1991) (apresentando Blunstone, White, Grundy e Sebastian Santa-Maria. Rod   Argent participa da regravação de “Time of the Season”.)
  • As Far as I Can See… (2004)

Obtido na wikipedia

Outros Links:

 

Quinta-feira, 26 de Março de 2009

ZZ Top

ZZ Top

O ZZ Top surgiu no final dos anos sessenta, no Texas, EUA. A formação original veio da banda Moving Sidewalks, formada por Billy Gibbons na guitarra, Lanier Greig no baixo e Dan Mitchell na bateria. Com esse trio eles gravaram o primeiro álbum da banda, “Salt Lick”, basicamente blues. Após as gravações, Greig é demitido e em seu lugar entra Bill Ethridge. O próximo a sair foi Mitchell, substituído por Frank Beard e pouco tempo depois foi a vez de Ethridge dar seu lugar a Dusty Hill. Essa é a formação que dura até hoje.

No início, o ZZ Top fazia parte de uma onda de bandas de boogie que faziam turnês pelo país, o que serviu para formar uma legião de fãs. O álbum seguinte, “Rio Grande Mud”, trouxe o primeiro hit da banda, a música “Francine”. A fusão do blues, country e do rock se daria em “Tres Hombres”. É com ele que o ZZ Top conquista seu primeiro disco de platina. Com os discos “Fandango” e “Tejas” a banda não consegue manter o nível dos discos anteriores e decide parar por um tempo.

Em 1979, retornam com “Deguello”, considerado um dos melhores da carreira. Nesta época, surgem as características barbas compridas, cultuadas por Gibbons e Hill ao mesmo tempo, por coincidência e também os óculos escuros e as longas capas. Curiosamente, o único a não ter barba é justamente aquele que tem a palavra barba no nome, o baterista Frank Beard. Com este visual a banda conquistaria de vez a América. Em “El Loco”, de 1981, se nota pela primeira vez a influência da tecnologia que se tornaria característica do ZZ Top. O próximo trabalho confirmaria a popularidade da banda: “Eliminator” foi o álbum que mais vendeu na carreira dos texanos, mais de 11 milhões de cópias só nos Estados Unidos. “Afterburner”, apesar de não bater as vendas de seu antecessor, teve sucesso.

Em seguida, a banda decide tirar férias novamente, voltando em Março de 1990 com Recycler, que teve sucesso no velho continente, principalmente na Inglaterra. Em 1992 foi lançado uma coletânea com os maiores sucessos, Greatest Hits e conseguem um contrato com a RCA.

Com a nova gravadora, lança o álbum que promoveu uma volta às raízes, Antenna lançado em Janeiro de 1994, e em 1996 saiu Rhythmeen mais pesado que os antecessores. Três anos depois, é lançado o álbum justamente para comemorar o 30º aniversário da banda, XXX.

Em Abril de 2003, foi lançado o último álbum de estúdio dos texanos, Mescalero.

No mesmo ano, em Outubro é lançado a coletânea Chrome, Smoke & BBQ. E em Junho de 2004, sai outra coletânea, Rancho Texicano: The Very Best of ZZ Top.

Em 8 de Outubro de 2008, foi lançado o primeiro DVD ao vivo do ZZ Top, Live From Texas, gravado em 1 de Novembro de 2007 no Nokia Theatre, na cidade de Dallas.

ZZ Top

Discografia

Álbuns de estúdio
  • ZZ Top's First Album (1971)
  • Rio Grande Mud (1972)
  • Tres Hombres (1973)
  • Fandango! (1975)
  • Tejas (1977)
  • Degüello (1979)
  • El Loco (1981)
  • Eliminator (1983)
  • Afterburner (1985)
  • Recycler (1990)
  • Antenna (1994)
  • Rhythmeen (1996)
  • XXX (1999)
  • Mescalero (2003)

Compactos
  • "Cheap Sunglasses"
  • "La Grange"
  • "I'm Bad, I'm Nationwide"
  • "Tush"
  • "Velcro Fly"
  • "Gimme All Your Lovin"
  • "Sharp Dressed Man"
  • "Pincushion"
  • "Breakaway"
  • "World of Swirl"
  • "Doubleback"

Coletâneas
  • The Best of ZZ Top (1977)
  • Greatest Hits (1992)
  • One Foot In The Blues (1994)
  • Chrome, Smoke & BBQ (2003)
  • Rancho Texicano (2004)

Videografia

DVD
  • ZZ Top Greatest Hits (2004)
  • Eric Clapton Crossroads Guitar Festival (2004) - Com a participação de ZZ Top.
  • ZZ Top Live From Texas (2008)

Vídeos musicais
  • "Gimme All Your Lovin"
  • "Sharp Dressed Man"
  • "Legs"
  • "TV Dinners"
  • "Sleeping Bag"
  • "Stages"
  • "Rough Boy"
  • "Velcro Fly"
  • "Give It Up"
  • "My Head's In Mississippi"
  • "Burger Man"
  • "Viva Las Vegas"

Informações obtidas em : Rock Online e Wikipédia

ZZ Top

Outros Links:

Segunda-feira, 23 de Março de 2009

All That Remains

 All That Remains

All That Remains é uma banda americana de metalcore melódico. Originária de Springfield, Massachusetts, surge em 1998, contando já com 4 discos em estúdio e tendo já vendido mais de 393,000 cópias nos Estados Unidos.

Misturando uma base inquestionável de Metalcore, influências de Death Melódico e Thrash, o All That Remains  mostra-se uma banda única. Riffs avassaladores, músicas criativas, urros insanos e vocais limpos bem posicionados formam músicas que poderiam ser, uma por uma, singles de grande sucesso. This Calling, a música que abre um CD não é um single a toa; um riff invejável, vocais criativos e um refrão pegajoso demonstram o quanto o som do ATR é único. A fórmula segue nas faixas Not Alone, It Dwells in Me, We Stand e Whispers (I Hear You); não de maneira a copiarem a si mesmas, cada faixa tem sua personalidade. A partir daí o CD toma uma direcção mais violenta, músicas mais rápidas, uso de blastbeats e outros, mostram todo o potencial desse CD. Destaque para as músicas “Six” e “The Air That I Breath”, sendo a segunda outro single do CD.

All That Remains

Membros

Atuais
  • Philip Labonte – Vocal
  • Mike Martin – Guitarra Secundária
  • Oli Herbert – Guitarra Principal
  • Jeanne Sagan – Baixo
  • Jason Costa – Bateria (ex-Diecast)

Ex Membros
  • Chris Bartlett – Guitarra
  • Matt Deis – Baixo (CKY)
  • Josh Venn – Baixo
  • Mike Bartlett – Bateria
  • Colin Conway – Bateria (Ao vivo) (Frozen)
  • Shannon Lucas – Bateria (The Black Dahlia Murder)
  • Tim Yeung – Bateria (Ao vivo)

Discografia

Álbuns
  • Behind Silence and Solitude, (2002)
  • This Darkened Heart, (2004)
  • The Fall of Ideals, (2006)
  • Overcome, {2008}

Singles
  • "The Deepest Gray", (2004)
  • "This Darkened Heart", (2004)
  • "Tattered on My Sleeve", (2004)
  • "This Calling", (2006)
  • "Not Alone", (2007)
  • "Six", (2007)
  • "Chiron", (2008)
  • "Two Weeks", {2008}

Vídeos Clipes
  • "The Deepest Gray" (dirigido por: Ian McFarland)
  • "This Darkened Heart" (dirigido por: Dale Resteghini)
  • "Tattered on My Sleeve" (dirigido por: David Brodsky)
  • "This Calling" (dirigido por: Frankie Nasso)
  • "The Air That I Breathe" (dirigido por: Darren Doane)
  • "Not Alone" (dirigido por: Soren Kragh-Jacobsen)
  • "Six" (Ao Vivo)

Dvds
  • "All That Remains Live", (2007)

Aparições
  1. A música "Six" é uma bonus no jogo Guitar Hero II.
  2. A música "This Calling" é a trilha sonora do filme Saw III.
  3. A música "Chiron" apareçe no jogoRock Band 2

Links:

Domingo, 22 de Março de 2009

Água Forte

 Agua Forte - Logo

O Projecto Água Forte foi iniciado em 1993, na Alemanha, banda de Pop/Rock, depois de Carlos Batista abandonar a banda que tinha fundado com os seus irmãos. Carlos queria seguir novos caminhos na música, depois de mais de 20 anos de “covers”, e começou por trabalhar com vários músicos de todos os estilos e nacionalidades, aumentando o seu horizonte musical.

Biografia

Carlos Batista trabalhou com muitos artistas portugueses na Alemanha como: GNR, Delfins, Paulo Gonzo etc. Concertos na Polónia, Bélgica, Franca, Reino Unido, Alemanha e Portugal fazem parte do seu trabalho, deixando-se apoiar por músicos de grande qualidade e experiência e demonstram que a música de Água Forte encontra apreciadores em todo o Mundo que fala português e não só.
Xanana Gusmão, Primeiro Ministro de Timor, escreveu a letra"Oh Mar meu" para a música de Carlos Batista, um tema apresentado para um concerto a favor do povo de Timor dado por Carlos e a sua banda.
A música de Água Forte não se limita ao habitual "céu azul e nuvens cor de rosa", mas tenta alertar para aquilo que não está bem na nossa Sociedade que se pode ouvir no actual álbum "Sons Akusticos".

Carlos Batista 2005Discografia

  • Oh Mar meu

Capa do CD-Single "Oh Mar meu" dedicado ao Povo de Timor Leste.

Musica: Carlos Batista

Letra: Xanana Gusmao

Arranjos: Carlos Batista

  • Boca do Inferno

Musica: Carlos Batista

Letras:

1. Boca do Inferno:Filipe Borges

2. Eu vi a luz: Carlos Batista

3. Tu e eu: Carlos Batista

4. Fala comigo: Filipe Borges

5. Confusoes: Filipe Borges

6. Sonhos perdidos: Carlos Batista

7. Pomba Branca: Carlos Batista

(Fonte: Blitz)


Outros Links:

Quarta-feira, 18 de Março de 2009

Anéis de Marfim

Anéis de Marfim

Os Anéis de Marfim são um projecto, oriundo da Ilha Terceira, de músicas originais e em português.
O estilo é intimista e à "capela"... Projecto composto actualmente por João Lemos na viola, Pedro Soares no baixo, Fátima Pereira na voz. Estão a estender o projecto a mais instrumentos nomeadamente precursão.

As musicas têm sido compostas ou pelo João ou pelo Pedro.

Banda criada em 2006 e que todos os anos tem concorrido ao concurso ANGRAROCK, e feito uns concertos por aí, mas a ilha é pequena....

Links:

-

Terça-feira, 17 de Março de 2009

Andy S.K.

Andy S.k.

Os Andy S.K. é uma banda portuguesa de Rock Experimental.

Para saber mais informação ir ao link no MY SPACE

Domingo, 15 de Março de 2009

AMEN

Amen

Considerados por muitos artistas a melhor banda ao vivo dos nossos dias. Uma banda de punk rock que segue fielmente o legado punk rock mais hardcore de bandas como Dead boys, Black Flag, Discharge ou até Stooges.

Links:

Sexta-feira, 13 de Março de 2009

Amarionette

 Amarionette

Amarionette é uma banda portuguesa de Paio Pires, de Rock/Experimental/ Psicadélico.

No meio de marés de suspiros, manchas de uma qualquer danação no nosso Ser e chuvas remendadas de um Fevereiro, surgiu a vontade de algo novo cantado na língua mãe. Juntaram-se quatro amigos numa cave cinzenta e começaram a compor. Um corvo voou, uma onda rebentou, um flash disparou, assim como nós... Do amor nasceu a marionete, Amarionette.

Membros:

  • Joana Vieira - voz,baixo
  • João Pereira – guitarra
  • João Galrito – guitarra
  • Miguel Loureiro – bateria

Links:

Contactos: amarionette.rock@gmail.com

Quinta-feira, 12 de Março de 2009

All Against The World

 All Against The World

 

    Os All Against The World  é uma das maiores e mais promissoras bandas hardcore portuguesas, em actividade desde 2002 e oriunda de Vila Nova de Gaia, constituída por NUNO na Voz,  ANDRÉ  e JOFY na Guitarra, MIKE no Baixo e  DANI na Bateria

    Biografia

    Os All Against The World percorreram um longo caminho desde a sua formação, em 2002.

    Na altura, começando como qualquer outra banda, um grupo de putos de 15 anos decidiram partir à conquista das suas vidas, mais rápido e arduamente que o mundo e todos os seus problemas.

    Tendo Vila Nova de Gaia como ponto de partida, em apenas um ano, os AATW tornaram-se numa das principais bandas de referência da cidade, após o lançamento de uma demo com três faixas.

    Em 2004, os AATW lançaram Building the Bridge to a Better Place, um MCD de cinco faixas que foi rapidamente considerado como um dos melhores lançamentos Do it Yourself do ano.

    Dois anos mais tarde, partiram para a estrada a sério! Tocaram em todo o lado em Portugal e Espanha, iniciando depois uma digressão europeia, que os levou à França, Itália, Holanda e Bélgica, tornando-os numa das mais promissoras bandas portuguesas.

    Em 2008, após perderem dois dos seus membros originais, os AATW lançaram o tão aguardado The Futhermost, distribuído em Portugal pela Hell-Xis Recrods, e na Polónia, pela Spook Records. Após uma nova digressão europeia, o álbum prepara-se para chegar agora à Itália.

    Tendo já partilhado o palco com bandas como Terror, No Trigger, Comeback Kid, Champion, Strung Out, Verse, Miles Away, No Turning Back, Down to Nothing, Undeclinable, Cruel Hand, Downslide, Enemy Alliance, Confronto e No Children, a história dos AATW tem ainda muitas páginas por escrever e, principalmente, muitos quilómetros por percorrer.

Outros Links:

 

Email : allagainsttheworld@gmail.com

Fonte: Blitz

 

 

 

Quarta-feira, 11 de Março de 2009

Alexandra Boga

 Alexandra Boga

Alexandra Boga , cantora (Pop/Tradicional/World/Alternativa) e compositora, busca influências nas músicas do mundo e nos recantos do mar, natural de Ponta Delgada, Açores.

Biografia

Nascida a 12 de Julho de 1988, na cidade de Ponta Delgada, Alexandra Boga iniciou o seu trilho musical aos sete anos de idade, na Ilha do Pico, onde começou a aprender a tocar guitarra, seguida do bandolim.
Aos 8 anos foi a guitarrista do grupo infantil Grilos e Cigarras, um grupo de instrumentos tradicionais de Santa Luzia do Pico, tendo um pouco mais tarde iniciado os seus estudos musicais no Conservatório Regional de Setúbal, que frequentou até ao 5.º grau, na disciplina de Viola Dedilhada. Foi também no C.R.S. que Alexandra Boga começou a cantar e compor, e fez também parte de diversos grupos corais, como o grupo vocal Ensemble Voct.
Em 2004 Alexandra Boga dedicou-se à interpretação de diversos estilos musicais como Jazz, Bossa Nova, Soul e Disco, com a Associação Suave Azul, e também começou a tocar os seus temas originais, num projecto de estilo pop, onde utilizou sempre o seu diminutivo, AlGa.
Três anos mais tarde, Alexandra Boga começou a trabalhar a solo e assumiu um novo estilo de composição e interpretação das suas músicas originais, com bases na música tradicional açoriana e world. A Viola da Terra passou a ser um dos instrumentos mais importantes na composição de AlGa.
Em Julho de 2008, Alexandra voltou a interpretar temas de Jazz e Bossa nova, com a Jazz Class Dámsom, em Setúbal, com a qual tem vindo a trabalhar, paralelamente ao seu projecto pessoal de temas originais.

Discografia

Sol nas Veias

Sol nas Veias é o disco de lançamento de Alexandra Boga, uma edição da autora, gravado e produzido em casa. As influências da música açoriana e grega, - bem como de outros recantos do mundo tais como a Índia - estão bem presentes da sonoridade deste álbum, que é integralmente composto de temas originais, com letras em português.

Mais Links:

Terça-feira, 10 de Março de 2009

aGRESSIV

aGRESSIV

...da esquerda para a direita: Finghers, Enri, Ben, Kaamuz

Biografia

O melhor elogio que nos fizeram foi este: São loucos! Tudo tremeu (os objectos mesmo) nas tendas que rodeavam o palco para as festas da cidade onde fomos tocar. Nem quem nos meteu lá a tocar sabia o que ia acontecer - graças a dEus que nestas terrinhas basta ter uma capazinha +/- no CD que nos aceitam logo para tocar de graça sem precisarem de ouvir a rodela! Ora bem (...) : Colecção de bolhas nos dedos; cordas de baixo a rebentar numa média de 1a a cada 5 concertos; cantar sem fecho éclair ; microfones de captação partidos por culpa da não apatia em palco; destruição parcial de um apartamento; cantar com mikes de bateria, por falta de alternativas; desfile em recinto de evento cultural ao ar livre com t-shirt recheada de insultos e insanidades escritas à mão por quem quisesse escrever o que lhe desse na gana; concerto acústico num jardim onde velhos passeiam cães para descarregar necessidades(Madrid); gravação(por pistas), masterização e entrega em mão de 4 temas - EP - em 9 horas(consecutivas); dar concertos dos quais temos conhecimento apenas na véspera (por vezes com menos tempo ainda); cravação de material a todos os que não se importam do nos emprestar - por falta de material de jeito; 70% dos concertos oleados à base de álcool; quase menos de 2 estrelas no GarageBand.com... pff... ainda não existimos há um ano. Os aGRESSIV (ou Agressiv, ou agressiV, ou... whatever...) surgiram quando os quatro elementos se viram sem banda(as outras tinham acabado) e, já se conhecendo há alguns aninhos, experimentam fazer uma jam num bar - Improviso(Espinho) -que tinha material lá disponível para quem fosse maluco o suficiente. Não tínhamos falado com ninguém... pegámos no material... só parámos de tocar passadas... humm... 6 horas. Entretanto já nos chamavam de a melhor banda que eu já vi na vida(esta personagem tinha um jacket dos Misfits!) - estava podre de bêbado, claro! Mas outras 30/40 pessoas que se juntaram à festa sem esperar fizeram-nos sair de lá com um sorriso na cara e incentivados a acreditar que realmente nos dávamos bem naquela química. Nessa altura não estávamos com cabeça para discussões por isso o nome que assumimos foi o primeiro que viesse à cabeça (de fosse quem fosse). Foi do guitarrista; disse: Basic! Que virou Basik. Nesse mês de Outubro (2007) demos o 1º concerto a sério - planeado pelo menos - e já com algum material original... humm... 1a música. Foi numa noite de Halloween. Nessa noite fizemos um encore de 1a hora. Durante os meses seguintes voltámos a visitar o mesmo bar uma terceira vez enquanto compúnhamos novas músicas. Com 3 músicas já queríamos gravar uma demo. Começámos a pensar nisso mais a sério, mas só 4 meses depois isso se concretizou(a versão física só viria 6/7 meses depois). Entretanto juntámos mais uns quantos originais à nossa bagagem e começámos a tentar infiltrar-nos nos concursos de bandas. Com a demo foi mais fácil, pois antes, todas as gravações caseiras só nos afastaram dos concursos. Rodámos o nosso material em tantos palcos quantos conseguimos(não muitos ainda) e dificilmente recusávamos uma proposta. Demos também alguns concertos com bandas amigas (fora dos concursos) das quais se destacam os Bloody Disgrace, na nossa zona. Muito do fizemos nestes últimos meses (70% dos nossos concertos até à data), foi impulsionado por todo um boost de confiança que levámos numa participação improvável, num sarau, onde lançámos o nosso Ep. Fomos os últimos a actuar e, ainda desconhecidos, demos conosco a ter miúdas a gritar e o público todo (praí 300) a aplaudir. Como diz o nosso guitarrista, Enri: se te queres sentir como os Beattles começa por tocar num Sarau(de Escola). A partir daí, foi sempre a abrir. É pra tocar? Bora! quando é?.. Tudo o que vinha à rede era peixe, mas não deixavam de haver contratempos. Aliás, sempre houveram. Um dos mais chatos é o facto de um de nós ter um emprego de horários (quase) imprevisíveis e por vezes tivemos que recusar uma ou outra proposta, mas, sempre da forma mais lixada tentámos dar a volta a essas questões.

Discografia:

Iguana

Primeiro disco(Ep) dos Agressiv.

Contém as músicas "Fawn", "Straight from hell", a primeira parte da acústica "The river" e a música alvo do seu primeiro videoclip, "Official honest note". Como bónus, no fim da "O.H.N." surge um momento acústico de gravação muito crua e quase intimista, "Life hatred".

O disco foi gravado/editado/masterizado nos DarkStudios, por Rui e André dos Anonymous souls em 23 de Março de 2008. Em Maio do mesmo ano apareceria a versão física do CD.

Género musical:

  • Rock
  • Grunge
  • Alternativa

    Membros:
  • Finghers (voz, guitarra)
  • Ben (baixo, voz)
  • Enri (guitarra)
  • Kaamuz (bateria)

Copiado do site da banda no My Space

Outras Ligações:

Segunda-feira, 9 de Março de 2009

A.T.M.

ATM 

A banda formou-se em 18 de Novembro de 2007, com o nome de Somewhere in November, e tinha como integrantes Martinho (Guitarra), Marta (Guitarra), Guilherme (Bateria) e Leonor (Baixo). Mais tarde, o Lucas entrou como vocalista, mas por motivos pessoais, não pode continuar, entrando o Nuno no lugar. Por falta de tempo, a Leonor teve de sair da banda, sendo substituída mais tarde pelo Lucas, que voltou à banda, desta vez como baixista. Nesta altura, a banda tocava Rock Alternativo e as letras eram em inglês. Entretanto, o Nuno decidiu sair da banda, sendo substituído pela Catarina. Com ela, foram fazendo novas músicas e tiveram um concerto a 16 de Março, o primeiro concerto. A seguir ao concerto, a Catarina decidiu que não conseguia acompanhar o  estilo musical da banda, sendo então substituída pela Sara, que não ficou tempo pois não tinha um horário compatível. Mais tarde, encontraram o Ed, que ficou durante algum tempo, mas saiu porque não demonstrava muito interesse. Nesta situação acharam melhor que o Lucas voltasse a ser o vocalista, e com isso, decidiram enveredar pelo Punk Rock e começaram a cantar em português. Para além disso, mudaram o nome da banda para A Tua Mãe.

Fonte: My Space – ATM

ATM

Domingo, 8 de Março de 2009

A Wilhelm Scream

 A Wilhelm Scream

O quinteto de hardcore A Wilhelm Scream formou-se em Boston, MA, a meio da década de 90. Tocando hardcore na mesma linha que Hot Water Music ou Propagandhi, o grupo já fez digressões pelo país inteiro com Rise Against, Pennywise, The Lawrence Arms, Less Than Jake e Strung Out.

Biografia

Originalmente com o nome Smackin Isaiah, mudaram o nome para A Wilhelm Scream em Dezembro de 2002. The Benefits Of Thinking Out Loud, originalmente lançado pela Tank Records em 2002, foi re-lançado pela Jump Start dois anos depois. Finalmente assentando com uma editora, 2004 viu o seu segundo álbum - Mute Print - ser lançado. Os membros da banda - guitarrista/vocalista Trevor Reilly, vocalista Nuno Pereira, baixista/vocalista Jonathan Teves, baterista Nicholas Pasquale Angelini e guitarrista Chris Levesque - começaram a tocar então em concertos com Near Miss e Much The Same antes de voltarem ao estúdio em Março de 2005. Ruiner, produzido por Bill Stevenson e Jason Livermore, foi lançado em Agosto.

Albuns:

  • Ruiner  2005

  • Benefits of Thinking Out Loud  2004

  • Mute Print 2004    

  • (Mais informação sobre discografia na wikipedia)

    Fonte: Last.Fm

    A Wilhelm Scream

    Outras Ligações:

    Sábado, 7 de Março de 2009

    a Jigsaw

     a Jigsaw

    “Letters from the Boatman” é o título do álbum de estreia dos A Jigsaw, álbum conceptual, composto por catorze cartas-canção, pendularmente entre o lirismo intimista e a explosão vibrante do folk e dos blues norte-americanos.

    Oriundos de Coimbra, os A Jigsaw são actualmente constituídos por João Rui (voz & guitarra acústica, harmónica, banjo, bandolim e ukelele), Jorri (baixo e percussões) e Susana Ribeiro (violino, glokenspiel, melódica e harmonium).

    No álbum, a banda contou com a colaboração de vários músicos convidados, como Marco Nunes (Jorge Palma), Raquel Ralha (WrayGunn), Sérgio Nascimento (Humanos), Kaló (Bunnyranch), Carlos Santos (Raindogs), entre outros. “Letters from the Boatman” foi produzido, gravado e misturado por Miro Vaz, nos Estúdios AudioPlay.

    Ao vivo, o trio vai tecendo cada canção como quem conta uma história, com a envolvência lírica das letras, uma voz profunda e o enredo tímbrico dos variados instrumentos.

    Biografia

    Os a Jigsaw estão prestes a abrir as portas da sua casa e a atrair todos nós, mais uma vez, com a sua sonoridade. Eles são os cicerones de uma casa cujas paredes já têm muitas histórias para contar. Desde o álbum Letters from the Boatman (2007) agora exposto numa das estantes da biblioteca, até à celebração dos 14 anos da Antena 3 (2008) que teve lugar no salão principal, os a Jigsaw voltam a mostrar o interior desta casa, solidamente construída no panorama musical português. Depois da experiência em estúdio com Letters from the Boatman (2007), um projecto que contou com a participação de Raquel Ralha (Wraygunn), Marco Nunes (Jorge Palma), Sérgio Nascimento (David Fonseca), Kaló (Bunnyranch), Bérito (squeeze.theeze.pleeze), Paulo Jacob (Bodhi), Carlos Santos (Raindogs), Marta Navarro e Guilherme Barbosa, os a Jigsaw pretendem continuar a partilhar com o público o seu trabalho. Desta vez, numa tour intitulada de “Living Room”, que se estenderá até Dezembro. Passados três meses desde a “Boatman’s Tour 2008”, vemos agora que a banda a Jigsaw não esteve recolhida nos seus aposentos. Na verdade, ela esteve todo este tempo na sua sala de estar a preparar um serão, para o qual guardou o seu melhor vinho. Os a Jigsaw não pretendem apenas celebrar o sucesso adquirido com o seu primeiro álbum, mas também brindar a uma nova fase. Red Poney e Dreams & Feathers são músicas desconhecidas por parte do público, mas que têm uma presença assídua nos concertos dos a Jigsaw. Elas têm indiciado a chegada de uma nova etapa no percurso desta banda. Chegou o momento de revelar que são músicas de um álbum iminente. No final deste ano, a banda irá entrar em estúdio para preparar o novo trabalho e estas melodias estarão lá, como peças de um enigma finalmente descortinado. O público será convidado a atravessar a porta e a percorrer os corredores da casa dos a Jigsaw, até chegar à divisão central: a sala de estar. Neste espaço, não há lugar para as preocupações do dia-a-dia. Os a Jigsaw querem que o público se sinta em casa, querem que este se recoste na cadeira e se deixe envolver pelas melodias. Esta banda quer criar um ambiente acolhedor e descontraído, como acontece quando estamos entre amigos. Depois de reuni-los, é a personalidade de cada um que vai construindo o ambiente. Este é feito de conversas cruzadas, desafios amistosos, opiniões teimosas, enredos caricatos e momentos que são reconstruídos por uma espécie de memória colectiva. Em palco, os a Jigsaw oferecerão as suas músicas aos espectadores, como prova de amizade. Estas são a sua “living-room”, onde tudo ganha forma e significado, onde o público é recebido como se fosse um amigo que abrigamos do mau tempo ou que acolhemos depois de uma longa viagem. É uma sala de estar plena de vida, onde vivências são partilhadas e onde os a Jigsaw aguardam a nossa chegada. Em “Living Room Tour”, as portas de casa desta banda estão abertas, basta que os transeuntes sigam a música até ao seu interior.

     

    Discografia

    Letters From The Boatman - 2007 - Rewind Music

    " São cartas de um barqueiro que se vão desvendando, relatos matizados pela inspiradora veia folk-rock-blues de um trio visivelmente amadurecido. Não são apenas as histórias - duas mais duas, são os arranjos que nos vão deixando naturalmente à coca...intimistas, perdidos pela vontade acústica de sempre, estas são as primeiras cartas de um barqueiro à deriva, mas com tanto e tanto para dizer (...) às vezes mais folk, outras vezes mais rock. " (1 )

    Por esta altura não sonhava ainda com o que por aí vinha. Na verdade, apenas imaginava que algo de muito prazenteiro se aproximava - mas apenas imaginava. Posto isto e passado algum tempo, ouvido várias vezes este "Letters From the Boatman", fiquei com a certeza que o grupo de João Rui (voz, guitarra acústica, harmónica, banjo e bandolim), Jorri (baixo e percussões) e Susana Ribeiro (violino, gloken, melodica e harmonium), estava mesmo de parabéns. "Letters From the Boatman" é um disco de 14 cartas musicadas, 14 músicas de uma beleza, de uma coerência e consistência assustadoras, tal a sensação que o disco reproduz em nós - do início ao fim. Do princípio à despedida.

    Percebe-se facilmente que é um disco grande; um disco cuidado, nascido da qualidade natural de uma superbanda liderada pelos conimbricences a Jigsaw. Num grande trabalho de produção de Miro Vaz (Pluma), em "Letters From the Boatman" desfilam como convidados, Marco Nunes (Jorge Palma), Raquel Ralha (WrayGunn), Sérgio Nascimento (Humanos), Kaló (Bunnyranch), Paulo Jacob (Bodhi), Carlos Santos (Raindogs), Bérito (Squeeze Theeze Pleeze) e Guilherme Barbosa, entre tantos outros. Que resultado se poderia esperar, senão um disco de grande sensibilidade e sinceridade?

    É sabido que a arte dos a Jigsaw se divide sonoramente por dois caminhos; um mais intimista, feito de alguma sobriedade, do sussurro, de uma certa acalmia interior; e um outro mais enérgico, mais rock, mais folk, mais blues, onde se dá espaço à vontade de gritar dos a Jigsaw, de falar mais alto - entre o acústico e o eléctrico. À sonoridade vinda do Poente, dos campos da América do Norte, os a Jigsaw somam uma centrada poesia; cartas de um espírito contraditório, diferente como os dias, ora de azedume, ora de alegria, expressões do viver de um barqueiro com tanta coisa para dizer. Os a Jigsaw dizem-no com aquela humanidade. É sobre as coisas da vida.

    Acima de tudo, este é um disco irresistível; um disco que quanto mais se ouve, mais se quer ouvir, tal o preciosismo com que cada tema é modelado; mas também pela melodia, pelas palavras, pela simplicidade e bom gosto dos pormenores. Com o EP " from underskin " (Som Sónico, 2004) à distância de três anos, os a Jigsaw estão maiores, estão melhores e aconselham-se; já!

    ..: in Blog a Trompa :..

    01 Lion's Eyes Louder

    02 The Waltz Of Fear

    03 You're The One I Want The Most

    04 New Man Waiting

    05 Blame Me

    06 A River For A Wife

    07 Letters From The Boatman

    08 Return From Winter

    09 My Kindness

    10 With My Voice

    11 Life's Like A Riverboat

    12 To Whom Shall I Give My Blood

    13 Of Those Who Know You're Right

    14 Leave If You Can

    Fonte: Site Blitz

    a Jigsaw (no My Space)

    Vídeos no Youtube

     

    Sexta-feira, 6 de Março de 2009

    A Fine Frenzy

    Alison Sudol 

    Biografia

    Alison Sudol (nascida em 23 de dezembro de 1984), conhecida profissionalmente como A Fine Frenzy (anteriormente Alison Monro) é uma cantora-compositora americana alternativa e pianista. Sua estréia foi o álbum, One Cell in the Sea, lançado em 17 de julho de 2007, e atingiu o número 91 sobre o Billboard 200 chart.Ela também tem sido muito bem sucedida nos tops, na Alemanha, Áustria, Suíça, Polônia e França, entre outros países. Sua música também foi destaque em inúmeros canais televisivos e mostra bem como potencial o seu jeito para canções com um toque de filmes de ficção-cientifica. Ela tem evoluindo  e cada vez mais tem tido seguidores nos Estados Unidos e noutros países pela sua potencial poetico e lirico e pelo seus fortes temas emocionais.

    A Fine Frenzy

    Discografia

    Álbuns
    • One Cell in the Sea (2007), Virgin, Austria, Swiss, Germany, Poland, US

    EPs
    • Demo - EP (2006) - "Rangers", "Almost Lover", "The Well"
    • Live Session (iTunes Exclusive) - EP (2007) - "Almost Lover", "The Minnow & the Trout", "Borrowed Time", "Last of Days"
    • Come On, Come Out (2008), Germany - "Come On, Come Out" + Nachtwandler Protone Mix, "Love Sick", "Devil's Trade"

    Singles
    • "Almost Lover" (2007), Germany, Switzerland, Austria, Slovenia, Poland, Lithuania
    • "Rangers" (2007)
    • "Come On, Come Out" (2008), Poland

    Soundtracks
    • Dan in Real Life (2007) - "Fever"
    • Sleepwalking (2008) - "Come On, Come Out"

    Compilações
    • Stockings By the Fire (Starbucks Entertainment Compilation) (2007) - "Let it Snow"

    Live covers
    • "I Will Follow You Into the Dark" - Death Cab For Cutie
    • "Across the Universe" - The Beatles
    • "Seven Nation Army" - The White Stripes

    Outras Canções
    • "From Whence You Came" - Forthcoming Album
    • "What I Wouldn't Do" - Forthcoming Album

    Fonte: Blitz e wikipedia

    A Fine Frenzy

    Outros Links:

  • A Fine Frenzy official site
  • A Fine Frenzy at MySpace
  • A Fine Frenzy - YouTube channel
  • Interview with Alison of Fine Frenzy on ilikemusic.com
  • A Fine Frenzy Fan Page
  • German Alison Sudol Fanpage
  • Interview with Alison Sudol of A Fine Frenzy on ellegirl.com
  • A Fine Frenzy - top40-charts.com
  • A Fine Frenzy interview - Seatwave, London
  • A Fine Frenzy Feature on Palestra.net
  • A Fine Frenzy live photos (Rockhouse Salzburg)
  • A Fine Frenzy - (en.wikipédia)
  • A Fine Frenzy – Last.fm
  • A Fine Frenzy – Blitz
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